Arquivo mensal junho 2019

porEquipe de Informática

SÃO LUÍS, O MENTOR ESPIRITUAL.

Luís IX, da França, foi um rei reformador no século XIII, devoto da fé católica, admirado e considerado por toda a Europa como um rei justo e conhecido pela sua caridade e cuidados com os pobres e doentes. Escutava atentamente os apelos e pedidos dos súditos de todas as classes. “Dei provas de grande humildade, submetendo-me, sem murmurar, às decisões da Igreja […]. Fui um grande pecador perante Deus, embora os homens, mais tarde, me tenham concedido o glorioso título de santo.” (RE Agosto 1860)

Conhecido como o espírito São Luís, mentor espiritual da médium Ermance Dufaux e de Allan Kardec, coordenava as reuniões da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. São Luís interrompia as Conversas e indagações mediúnicas quando o espírito não tinha mais o que falar. Complementava respostas deste, quando necessário, e sanava as dúvidas dos estudiosos espíritas. Orientava quanto à possibilidade ou não de haver comunicação espiritual, se o desencarnado teria condições de vim, assim como, a escolha dos médiuns mais adequados.

Transmitiu diversas Dissertações Morais contidas no Evangelho Segundo o Espiritismo e outras nas Revistas Espíritas, utilizando-se de diferentes médiuns, pois não havia exclusividade mediúnica. Atendia ao chamado de um “coração puro e sincero, sem segundas intensões” (A inveja-RE- Julho 1858). Na Revista Espírita, sob o título Problema Moral esclarecia, à luz da ciência espírita, sobre os fatos e atitudes que comoviam a sociedade (Suicídio). Seus ensinamentos a respeito da mediunidade e do funcionamento do mundo espiritual estão contidos também nO Livro dos Médiuns e na obra Céu e Inferno.

REFERÊNCIAS:

  •         Revista Espírita 1860 – Agosto – Boletim da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (contém comentário da última encarnação de São Luís como rei e lição sobre os conselhos espirituais que os médiuns não atendem e não aceitam).
  •         Revista Espírita 1858 – Julho – A inveja (contém: Dissertação moral e condição para evocar bons espíritos como São Luís)
  •         Revista Espírita 1858 – Fevereiro – A avareza; Março – O orgulho; Junho – A preguiça (contém: dissertações morais ditadas à Ermance)
  •         Revista Espírita 1858 – Maio – Problemas morais dirigidos a São Luís; Setembro – Problemas morais- suicídio por amor; novembro – problemas morais – sobre o suicídio (contém alguns dos problemas morais citados: riqueza, avareza e suicídio).
  •         Revista Espírita 1859 – Dezembro – Boletim – data 21 out 1859 – Estudo (contém detalhe em que São Luís comunica sua condição de presidente espiritual da sociedade>mentor).
  •         Revista Espírita 1861 – Fevereiro – Boletim – Relatórios Diversos (contém agradecimento ao presidente espiritual São Luís).
  •         Revista Espírita 1858 –Junho – Conversas Familiares de Além-Túmulo (Sr. Morisson, monomaníaco e o suicida de Samaritama) (contém intervenção São Luís nas comunicações da SPEE).
porEquipe de Informática

PROCESSO REENCARNATÓRIO E A UNIÃO CONJUGAL

Os espíritos estão unidos por laços do passado. A união de sexos opostos é uma Lei de Deus para o progresso dos espíritos.

O casamento é um laço do passado que não envolve só o laço sexual de duas almas. Envolve a paternidade e a maternidade para o compromisso com espíritos que vocês desviaram na conduta do amor e respeito ao próximo. A função dos pais é educar e elevar esse espírito para a luz.

As uniões estáveis, de pessoas do mesmo sexo, são estágios de indefinição sexual do espírito que está se negando diante da paternidade e da maternidade. A adoção por filhos, que não lhes pertencem, não isenta nosso irmão da fuga da responsabilidade de espíritos que poderiam ser seus filhos biológicos.

Adotar uma criança, sem ter uma definição do que vocês vieram fazer na Terra, é fugir do compromisso que Deus colocou em seu caminho.

A união estável é um projeto do homem, mas nunca será da Justiça Divina. A sociedade moderna tem que ir em busca dos seus valores morais. Todas as espécies estão contidas na Lei da Reprodução. Fugir a essa realidade é negar que o mundo depende de todos para a continuidade da espécie.

 

Mensagem da Dra. Cristina Santos, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, na sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

porEquipe de Informática

OBRAS DE FÔLEGO DE UMA JOVEM MÉDIUM

A história de Joanna D’arc, ditada por ela mesma, à médium Ermance Dufaux, chocou a Europa acompanhada de diversas suposições sobre a obra de fôlego da adolescente. Na Revista Espírita (janeiro e março de 1858), Kardec responde: “aos que duvidarem da origem desse trabalho e o creditarem à memória da senhorita Dufaux, responderemos que seria preciso da parte de uma menina com 14 anos, uma memória bem fenomenal e um talento de precocidade não menos extraordinário, para escrever, de uma assentada, uma obra dessa natureza. Uma narração completa contendo uma infinidade de detalhes pouco ou nada conhecidos, sobre a vida da heroína. Esse trabalho, um dos mais completos do gênero, contém documentos preciosos do ponto de vista histórico.”

Em seguida, A história de Luís XI, ditado por ele mesmo, à médium Ermance Dufaux, contendo os arrependimentos e confissões do perverso rei. Onde essa criança teria haurido as explicações inéditas da nebulosa política de Luís XI? Esta aptidão mediúnica, para conteúdos históricos, tornou possível o contato com alguns personagens conhecidos dos franceses. Os historiadores não compreendiam como a adolescente conseguia tantos detalhes que não estão nos livros regulares. Tudo isso é possível devido a mediunidade sonambúlica e psicográfica, no qual o médium é capaz de se anular e permitir ao espírito comunicante expressar-se de forma mais autêntica e trazendo os conteúdos integrais.

Ao longo dos anos, na Revista Espírita, a procura pelas obras psicografadas da jovem só aumentavam. Membro assídua da “Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas”, Allan Kardec observa que, nas reuniões mediúnicas em que ela estava presente, um espírito “Luís” se apresentava espontaneamente, trazendo orientações sobre as evocações feitas, dissertações morais, conselhos e explicações dos fatos questionados. Era São Luís, o aclamado Rei Luís IX da França, mentor da jovem médium. A adolescente de 13 anos psicografou, desinteressadamente, obras que mais tarde veríamos através da mediunidade de Chico Xavier.

REFERÊNCIAS:

  •         Revista Espírita 1858 –Janeiro – História de Joana D’Arc
  •         Revista Espírita 1858 – Março – Confissões de Luís XI
  •         Revista Espírita 1858 – Maio – Morte de Luís XI
  •         Revista Espírita 1858 – Junho – Confissões de Luís XI
  •         Revista Espírita 1858 – Junho – Conversas familiares de além-túmulo
  •         Revista Espírita 1859 – Abril – Aviso
  •         Revista Espírita 1860 – Junho – Biografia
  •         Revista Espírita 1860 – Novembro – Aviso
  •         Revista Espírita 1869 – Julho – Aviso Importante