Núcleos Espirituais do Nordeste

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O início dos Hospitais Espirituais do Nordeste

Mentora Espiritual do HEMCM, esse espírito, trilhou um caminho de amor, de renúncia e de perseverança espiritual. Uma de suas reencarnações ocorreu no Japão. Desde os seus treze anos de idade, trazia a mediunidade de cura de forma ostensiva, atuando em benefício dos mais necessitados, em nome do amor. Andava pelas ruas observando as enfermidades e o estado de abandono dos seus irmãos. Abraçava, orava, esclarecia e amava a todos os que encontrava pelo caminho. Se tinha um pedaço de pão, dividia-o para amenizar a fome dos seus assistidos. Muitas vezes ficou sem se alimentar para atender ao próximo, o que a deixava feliz em poder ajudar.

Aos 22 anos de idade, ao se ver desprovida da assistência paterna em função do seu desenlace e, sem a assistência materna, foi viver nas ruas, em companhia dos seus assistidos, sendo abraçada por todos. Olhava-os com carinho e atenção pois via neles os filhos de Deus, que vestiam, temporariamente, a roupagem do sofrimento. Naquela época, surgiu no Japão várias doenças contagiosas, que invadiam as aldeias. D. Maria Cláudia Martins, se dirigiu as aldeias dos camponeses, e através da sua mediunidade foi possível realizar muitas curas. Todavia, apesar dos resultados satisfatórios, passou a ser perseguida sob o título de bruxa ou feiticeira, resultando daí a sua prisão. Como era possuidora da mediunidade de bicorporeidade, mesmo no cárcere continuou a ajudar seus irmãos nas aldeias. No entanto, ao perceberem sua inocência e o amor que possuía, não foi condenada alcançando, assim, a liberdade.

Aos quarenta e dois anos, foi acometida da mesma doença epidêmica que a levou a seus assistidos. Naquele momento, muitos dos seus beneficiados foram os primeiros a determinar sua sentença de morte, sob a alegação de que essa seria a única forma de a doença não mais voltar. Assim, uma cabana dentro da aldeia foi preparada e D. Maria Cláudia Martins, perdeu sua vida material através de incêndio. Desencarnou pelas mãos daqueles a quem tratou, daqueles a quem amou, sem reclamar, numa prova viva de amor e renúncia. No momento da sua passagem para a pátria espiritual, foi assistida por Espíritos de Luz, que vieram para aliviar suas dores.

  1. Maria Cláudia Martins se despediu do planeta de expiação e provas. Cumpriu a sua missão. Retorna para o mundo espiritual com o objetivo principal de dar continuidade a sua jornada. Reencarna muitas vezes em mundos de regeneração em grandes tarefas missionárias, colocadas pela justiça de Deus. Como Espírito simples, sempre procurou a simplicidade. De onde estava, percebeu que numa região do Brasil, existiam sofrimentos, existiam doentes, existiam necessitados e pede permissão para auxiliar a Região Nordeste como espirito desencarnado.

Foi assim, que para atender aos apelos do homem de fé dessa Região Nordeste, representando o amor pelos enfermos e pelos abandonados, que Maria Cláudia Martins recebeu de Maria Santíssima, a mãe do Nordeste, as bênçãos e proteção para implementação dos hospitais espirituais, como verdadeiros pontos de luz da Espiritualidade Maior.

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