Arquivo anual 2019

porEquipe de Informática

Espíritos em erraticidade ou encarnados

‘’Quanto às suas qualidades íntimas, os Espíritos pertencem a diferentes ordens, que percorrem sucessivamente à medida que se depuram. Como estado, podem estar encarnados, isto é, unidos a um corpo num mundo qualquer; ou errantes, ou seja, despojados do corpo material e aguardando nova encarnação para se melhorarem.’’ (REVISTA ESPÍRITA, 1858)

O estado errante ou de erraticidade não significa inferioridade espiritual, já que se pode encontrá-los em todos os graus.  Logo, todo Espírito que não está encarnado é, por isso mesmo, errante, à exceção dos Espíritos puros que, não tendo mais encarnação a sofrer, estão no seu estado definitivo. ‘’Não sendo a encarnação senão um estado transitório, a erraticidade é, em verdade, o estado normal dos Espíritos e esse estado não lhes é, forçosamente, uma expiação.‘’ (REVISTA ESPÍRITA, 1858)

Assim, o estado de erraticidade consiste no intervalo entre as existências corporais dos Espíritos, havendo emigrações diárias do Mundo Corpóreo para o Mundo Espiritual e imigrações do Mundo Espiritual para o Corpóreo, sendo um estado normal. 

 

REFERÊNCIAS

REVISTA ESPÍRITA – Jornal de Estudos Psicológicos –  ANO I – FEVEREIRO DE 1858, N° 2.

A GÊNESE –  CAPÍTULO XI –  EMIGRAÇÕES E IMIGRAÇÕES DOS ESPÍRITOS.

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Diferentes ordens de Espíritos – Escala Espírita

Diferentes ordens de Espíritos – Escala Espírita

‘’ Os Espíritos seguem a marcha progressiva da natureza: os das ordens inferiores são ainda imperfeitos; depois de depurados, atingem as ordens superiores; avançam na hierarquia à medida que adquirem qualidades, experiências e conhecimentos que lhes faltam. No berço, a criança não se assemelha ao que será na idade madura; entretanto, é sempre o mesmo ser.’’

 

           O Sr. Allan Kardec nos diz que a definição dos caracteres dos Espíritos foi observada pelas suas palavras e atos, depois classificadas pelas semelhanças. Dessa forma, os Espíritos, em geral, admitem três categorias principais ou três grandes divisões. ‘’ Na última, a que fica na parte inferior da escala, estão os Espíritos Imperfeitos: caracterizados pela predominância da matéria sobre o Espírito e pela propensão ao mal. Os da segunda se caracterizam pela predominância do Espírito sobre a matéria e pelo desejo do bem: são os Espíritos Bons. A primeira, finalmente, compreende os Espíritos Puros, os que atingiram o grau supremo da perfeição.

Escala Espírita TERCEIRA ORDEM

             ESPÍRITOS IMPERFEITOS – Características gerais: Predominância da matéria sobre o espírito. Propensão para o mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhes são consequentes. Têm a intuição de Deus, mas não o compreende.

Podem ser divididos em quatro grupos principais:

        Nona classe – ESPÍRITOS IMPUROS:  São inclinados ao mal de que fazem o objeto de suas preocupações. Como Espíritos, dão conselhos pérfidos, sopram a discórdia e a desconfiança e se mascaram de todas as maneiras para melhor enganarem. 

        Oitava classe – ESPÍRITOS LEVIANOS :Muitas vezes, manifestam sua presença por efeitos sensíveis, tais como pancadas, movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do ar, etc.; o que lhes valeu o nome de Espíritos Batedores e Perturbadores. São ignorantes, travessos, irrefletidos e zombeteiros.

         Sétima Classe- ESPÍRITOS PSEUDO-SÁBIOS: Dispõem de conhecimentos bastante amplos, porém crêem saber mais do que realmente sabem. É uma mistura de algumas verdades com os erros mais absurdos[…].

       Sexta Classe – ESPÍRITOS NEUTROS: Nem bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal. Apegam-se às coisas deste mundo, de cujas grosseiras alegrias sentem saudades.

SEGUNDA ORDEM

          ESPÍRITOS BONS – Características gerais: Predominância do espírito sobre a matéria; desejo do bem. Quando encarnados, são bondosos e benevolentes com os semelhantes. 

Podem, igualmente, ser divididos em quatro grupos principais:

        Quinta classe –  ESPÍRITOS BENÉVOLOS: A bondade é neles a qualidade dominante.

        Quarta classe – ESPÍRITOS DE CIÊNCIA : Distinguem- se especialmente pela amplitude de seus conhecimentos.

        Terceira classe – ESPÍRITOS DE SABEDORIA: As qualidades morais da ordem mais elevada são o que os caracteriza.

        Segunda classe – ESPÍRITOS SUPERIORES: Esses, em si, reúnem a ciência, a sabedoria e a bondade. Quando, por exceção, encarnam na Terra, é para cumprir missão de progresso e, então, nos oferecem o tipo da perfeição que a Humanidade pode aspirar neste mundo.

PRIMEIRA ORDEM

        ESPÍRITOS PUROS – Características gerais: Nenhuma influência da matéria.

        Primeira classe – Classe única: Os Espíritos que a compõem percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria. Tendo alcançado a soma de perfeição de que é suscetível a criatura, não têm mais que sofrer provas, nem expiações. Não estando mais sujeitos à reencarnação em corpos perecíveis, realizam a vida eterna no seio de Deus. 

 

REFERÊNCIAS

REVISTA ESPÍRITA – Jornal de Estudos Psicológicos-  ANO I- FEVEREIRO DE 1858, N° 2.

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O céu e o inferno na visão espiritual

Desde a infância, a imagem de céu e inferno é colocada na construção do ser social, de forma que, o céu é um local de paz e harmonia, e o inferno um local de dores, angústia e sofrimento. Nesse sentido, há muitos anos, esse é o cenário apresentado por várias religiões, nas quais foram definidos dogmas de ‘’ eternidade’’ tanto na alegria, como na punição, criando, assim, uma imagem adversa do amor e Justiça de Deus pelos seus filhos.

Entretanto, Allan Kardec, sob as instruções dos Espíritos Superiores, desmistificou essa ideia e retratou no Livro O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, publicado em 1865, que estes locais são estados de consciência do espírito, ou seja, que o “céu” ou “inferno” começa dentro de cada um de nós, quando expressamos o equilíbrio ou a perturbação, a tristeza ou alegria, a paz ou o remorso pelo mal cometido.

É importante ressaltar que Deus não causa sofrimento a ninguém. A causa dos sofrimentos se dá pelo mal que fizemos aos nossos irmãos nesta vida ou em uma vida anterior, pois Deus, com seu amor infinito, nos concedeu o livre arbítrio. Logo, todos são responsáveis pelo caminho que escolherem.

Jesus nos disse: “Nenhuma das ovelhas que o Meu Pai me confiou se perderá” e “Ninguém entrará no reino dos céus se não nascer de novo’’, ou seja, proporciona a reencarnação como forma de pagarmos as dívidas e corrigirmos as falhas morais cometidas.

Os Espíritos vieram esclarecer a todos sobre a importância de um estado vibratório positivo, e a conduta moral com base nos ensinamentos do Cristo, pois será essa conduta que, por intermédio da nossa consciência, nos levará à perturbação ou à paz eterna.

Muita paz para todos!
Jovens Espíritas em Atividades Espíritas.

Referências:
Livro O Céu e O Inferno: Capítulos III e IV.
Livro dos Espíritos: Capítulo IX.

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As aflições como forma de progresso moral

O Evangelho nos mostra que as dificuldades da vida possuem duas fontes diferentes: a vida presente, e as anteriores a ela.

A primeira fonte, a vida presente, tem relação com as más condutas atuais dos excessos trazidos pela vaidade, orgulho e egoísmo. Porém, esses males causados pela vida atual podem ser evitados também no tempo atual, sendo primordial a busca pelo aprimoramento moral, envolvidos nos ensinamentos do Cristo.

Relacionado com causas anteriores, observa-se as quedas de vidas passadas como fonte para as aflições atuais que devem ser visualizadas não apenas como dificuldades, mas como oportunidades de progresso moral e ensinamentos para o futuro.

Para as duas causas de aflições, devemos deixar atuar o “véu do esquecimento”, relembrar apenas os pontos que servem de progresso moral e tomar os males como ensinamentos que venham a prevenir quedas futuras, utilizar a fé e aproveitar as oportunidades para reparar as consequências dos males praticados. Dessa forma, utilizaremos o bem como um remédio para a alma.

Sendo assim, lembremos de que: “Aquele, pois, que sofre muito, deve dizer-se que tem muito a expiar, e se regozijar de ser logo curado; depende dele, pela sua resignação, tornar esse sofrimento proveitoso […]”. (ESE – Cap. V).

Referências:
– ESE – Cap. V (BEM AVENTURADOS OS AFLITOS)
– A Gênese – Cap. III (O BEM E O MAL)

 

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Colônias Espirituais e Evolução Moral

No ano de 1943, o livro “Nosso Lar” trazido por André Luiz, através do médium Francisco Cândido Xavier, tem os primeiros relatos detalhados das Colônias Espirituais confirmando, assim, a frase trazida por Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas”.

 Nessas moradas, que são colônias espirituais localizadas fora da crosta terrestre, há diversos tipos de trabalhos e serviços. Abrigam espíritos de ordem elevada, tendo como principal objetivo a preparação para o processo reencarnatório, incentivar e orientar seus habitantes através do aprimoramento moral e intelectual dos mesmos. 

   Apresenta um alto nível de organização e reúne, em sua estrutura, diversos meios de elevação como: escolas, faculdades, hospitais, ministérios, residências e etc.

 Sendo assim, para aqueles que desejam adentrar nessas colônias, é necessário dedicação e comprometimento com a moral e seguir o caminho do bem, tendo a disciplina como principal guia de evolução e desenvolvimento dos valores e virtudes espirituais.

 

 Muita paz para todos. 

 

Referências:

Livro “Nosso Lar” – Francisco Cândido Xavier, pelo espírito André Luiz.

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Sr. Home e a Teoria das manifestações físicas.

 Na primeira fase do Espiritismo, os médiuns de efeitos físico foram encarregados de revelar a existência dos espíritos e do plano/mundo espiritual. O período da curiosidade chamava a atenção no mundo inteiro. Sobre a supervisão da Justiça Divina, os espíritos batedores, levianos e brincalhões se faziam notar.

 

“O Sr. Home é um médium do gênero dos que produzem manifestações ostensivas […]. Suas predisposições naturais lhes dão uma aptidão especial. Sob sua influência, ouvem-se os mais estranhos ruídos, o ar se agita, os corpos sólidos se movem, levantam-se, transportam-se de um lugar a outro no espaço, instrumentos de música produzem sons melodiosos, seres do mundo extracorpóreo aparecem, falam, escrevem e, frequentemente, vos abraçam até causar dor. Na presença de testemunhas oculares, muitas vezes, ele mesmo se viu elevado no ar, sem qualquer apoio e a vários metros de altura.” (Revista Espírita Fev. 1858 – Sr. Home)

 

Da observação dos fatos e ensinamentos dos espíritos, Kardec apresenta em Maio e Junho de 1858 a “Teoria das manifestações físicas” e pergunta ao mentor São Luís: Como pode um espírito aparecer com a solidez de um corpo vivo? Resposta: Ele combina uma parte do fluido universal com o fluido que o médium libera, próprio a esse efeito. À sua vontade, esse fluido toma a forma que o Espírito deseja, mas em geral a forma é impalpável. Quando uma mesa se move sob vossas mãos, o Espírito evocado por vosso espírito vai haurir do fluido cósmico universal, aquilo com que haverá de animar essa mesa com uma vida fictícia. Quando uma mesa se ergue, não é o espírito que a levanta, é a mesa animada que obedece ao espírito inteligente.

 

Cientificamente, o fluido universal, no qual reside o princípio da vida, é o agente principal dessas manifestações e esse agente recebe sua impulsão do espírito, quer seja encarnado ou errante. Esse fluido condensado constitui o perispírito, ou envoltório semimaterial do espírito. Em algumas pessoas, há uma espécie de emanação desse fluido, em consequência de sua organização, e é isso que constitui propriamente os médiuns de efeitos físicos. 

 

Emanando do corpo, esse mesmo fluido se combina, segundo as leis que nos são desconhecidas, com o fluido que forma o envoltório semimaterial de um espírito. Disso resulta uma modificação, uma espécie de reação molecular que lhe altera momentaneamente as propriedades a ponto de torná-lo visível e, em certos casos, tangível. Esse efeito pode produzir-se com ou sem o concurso da vontade do médium. 

 

Assim, quando um objeto é posto em movimento, erguido ou lançado no ar, não é o espírito que o agarra empurra e levanta como o faríamos com a mão; ele, por assim dizer, o satura com seu fluido, combinando-o com o do médium, e o objeto assim, momentaneamente vivificado, age como o faria um ser vivo com a diferença de que, não tendo vontade própria, segue a impulsão da vontade do espírito, tanto podendo essa vontade ser  do médium quanto de um espírito desencarnado, e algumas vezes, dos dois.

“Quanta claridade lança essa teoria sobre uma multidão de fenômenos até aqui inexplicados! Quantas alegorias e efeitos misteriosos ela explica! É toda uma filosofia. ” Allan Kardec

 

Referências : 

Revista Espírita Ano I-1858:

-Fevereiro, Março e Abril (Sr. Home 1º, 2º e 3º artigos)

-Maio e Junho (Teoria das manifestações físicas 1º e 2º artigos)

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SÃO LUÍS, O MENTOR ESPIRITUAL.

Luís IX, da França, foi um rei reformador no século XIII, devoto da fé católica, admirado e considerado por toda a Europa como um rei justo e conhecido pela sua caridade e cuidados com os pobres e doentes. Escutava atentamente os apelos e pedidos dos súditos de todas as classes. “Dei provas de grande humildade, submetendo-me, sem murmurar, às decisões da Igreja […]. Fui um grande pecador perante Deus, embora os homens, mais tarde, me tenham concedido o glorioso título de santo.” (RE Agosto 1860)

Conhecido como o espírito São Luís, mentor espiritual da médium Ermance Dufaux e de Allan Kardec, coordenava as reuniões da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. São Luís interrompia as Conversas e indagações mediúnicas quando o espírito não tinha mais o que falar. Complementava respostas deste, quando necessário, e sanava as dúvidas dos estudiosos espíritas. Orientava quanto à possibilidade ou não de haver comunicação espiritual, se o desencarnado teria condições de vim, assim como, a escolha dos médiuns mais adequados.

Transmitiu diversas Dissertações Morais contidas no Evangelho Segundo o Espiritismo e outras nas Revistas Espíritas, utilizando-se de diferentes médiuns, pois não havia exclusividade mediúnica. Atendia ao chamado de um “coração puro e sincero, sem segundas intensões” (A inveja-RE- Julho 1858). Na Revista Espírita, sob o título Problema Moral esclarecia, à luz da ciência espírita, sobre os fatos e atitudes que comoviam a sociedade (Suicídio). Seus ensinamentos a respeito da mediunidade e do funcionamento do mundo espiritual estão contidos também nO Livro dos Médiuns e na obra Céu e Inferno.

REFERÊNCIAS:

  •         Revista Espírita 1860 – Agosto – Boletim da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (contém comentário da última encarnação de São Luís como rei e lição sobre os conselhos espirituais que os médiuns não atendem e não aceitam).
  •         Revista Espírita 1858 – Julho – A inveja (contém: Dissertação moral e condição para evocar bons espíritos como São Luís)
  •         Revista Espírita 1858 – Fevereiro – A avareza; Março – O orgulho; Junho – A preguiça (contém: dissertações morais ditadas à Ermance)
  •         Revista Espírita 1858 – Maio – Problemas morais dirigidos a São Luís; Setembro – Problemas morais- suicídio por amor; novembro – problemas morais – sobre o suicídio (contém alguns dos problemas morais citados: riqueza, avareza e suicídio).
  •         Revista Espírita 1859 – Dezembro – Boletim – data 21 out 1859 – Estudo (contém detalhe em que São Luís comunica sua condição de presidente espiritual da sociedade>mentor).
  •         Revista Espírita 1861 – Fevereiro – Boletim – Relatórios Diversos (contém agradecimento ao presidente espiritual São Luís).
  •         Revista Espírita 1858 –Junho – Conversas Familiares de Além-Túmulo (Sr. Morisson, monomaníaco e o suicida de Samaritama) (contém intervenção São Luís nas comunicações da SPEE).
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PROCESSO REENCARNATÓRIO E A UNIÃO CONJUGAL

Os espíritos estão unidos por laços do passado. A união de sexos opostos é uma Lei de Deus para o progresso dos espíritos.

O casamento é um laço do passado que não envolve só o laço sexual de duas almas. Envolve a paternidade e a maternidade para o compromisso com espíritos que vocês desviaram na conduta do amor e respeito ao próximo. A função dos pais é educar e elevar esse espírito para a luz.

As uniões estáveis, de pessoas do mesmo sexo, são estágios de indefinição sexual do espírito que está se negando diante da paternidade e da maternidade. A adoção por filhos, que não lhes pertencem, não isenta nosso irmão da fuga da responsabilidade de espíritos que poderiam ser seus filhos biológicos.

Adotar uma criança, sem ter uma definição do que vocês vieram fazer na Terra, é fugir do compromisso que Deus colocou em seu caminho.

A união estável é um projeto do homem, mas nunca será da Justiça Divina. A sociedade moderna tem que ir em busca dos seus valores morais. Todas as espécies estão contidas na Lei da Reprodução. Fugir a essa realidade é negar que o mundo depende de todos para a continuidade da espécie.

 

Mensagem da Dra. Cristina Santos, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, na sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

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OBRAS DE FÔLEGO DE UMA JOVEM MÉDIUM

A história de Joanna D’arc, ditada por ela mesma, à médium Ermance Dufaux, chocou a Europa acompanhada de diversas suposições sobre a obra de fôlego da adolescente. Na Revista Espírita (janeiro e março de 1858), Kardec responde: “aos que duvidarem da origem desse trabalho e o creditarem à memória da senhorita Dufaux, responderemos que seria preciso da parte de uma menina com 14 anos, uma memória bem fenomenal e um talento de precocidade não menos extraordinário, para escrever, de uma assentada, uma obra dessa natureza. Uma narração completa contendo uma infinidade de detalhes pouco ou nada conhecidos, sobre a vida da heroína. Esse trabalho, um dos mais completos do gênero, contém documentos preciosos do ponto de vista histórico.”

Em seguida, A história de Luís XI, ditado por ele mesmo, à médium Ermance Dufaux, contendo os arrependimentos e confissões do perverso rei. Onde essa criança teria haurido as explicações inéditas da nebulosa política de Luís XI? Esta aptidão mediúnica, para conteúdos históricos, tornou possível o contato com alguns personagens conhecidos dos franceses. Os historiadores não compreendiam como a adolescente conseguia tantos detalhes que não estão nos livros regulares. Tudo isso é possível devido a mediunidade sonambúlica e psicográfica, no qual o médium é capaz de se anular e permitir ao espírito comunicante expressar-se de forma mais autêntica e trazendo os conteúdos integrais.

Ao longo dos anos, na Revista Espírita, a procura pelas obras psicografadas da jovem só aumentavam. Membro assídua da “Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas”, Allan Kardec observa que, nas reuniões mediúnicas em que ela estava presente, um espírito “Luís” se apresentava espontaneamente, trazendo orientações sobre as evocações feitas, dissertações morais, conselhos e explicações dos fatos questionados. Era São Luís, o aclamado Rei Luís IX da França, mentor da jovem médium. A adolescente de 13 anos psicografou, desinteressadamente, obras que mais tarde veríamos através da mediunidade de Chico Xavier.

REFERÊNCIAS:

  •         Revista Espírita 1858 –Janeiro – História de Joana D’Arc
  •         Revista Espírita 1858 – Março – Confissões de Luís XI
  •         Revista Espírita 1858 – Maio – Morte de Luís XI
  •         Revista Espírita 1858 – Junho – Confissões de Luís XI
  •         Revista Espírita 1858 – Junho – Conversas familiares de além-túmulo
  •         Revista Espírita 1859 – Abril – Aviso
  •         Revista Espírita 1860 – Junho – Biografia
  •         Revista Espírita 1860 – Novembro – Aviso
  •         Revista Espírita 1869 – Julho – Aviso Importante
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PORTAS QUE SE FECHAM NÃO SALVAM ALMAS EM SOFRIMENTO

O codificador, Sr. Alan Kardec, fez o convite para todos os nossos irmãos: “Fora da caridade não há salvação”. Fez da sua vida um código de lições. Fez de sua missão uma enciclopédia de conhecimentos.

Tornou-se o defensor dos estudos e o pregador da humanidade. Vida de dedicação e renúncia em prol de uma humanidade melhor.

Abriu a Sociedade Espírita de Paris para as grandes pesquisas espirituais.

Meus queridos filhos e filhas de ideais espirituais, “Portas que se fecham, não salvam almas sofridas”.

Federações Espíritas e Centros, Jesus convida a todos para abrir os vossos corações. Somos a pátria do evangelho de Jesus. Não deixem que a luz se apague para aqueles que estão na escuridão. Não deixem que os centros espirituais, hospitais de socorro, coloquem as travas em suas portas e fechem sem o apoio e o carinho daqueles que vieram na missão de abrir essas portas para socorrem os necessitados.

Mensagem do Dr. Bezerra de Menezes, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, sexta-feira, 22 de novembro de 2018.

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O surgimento do Livro dos Espíritos

Como foi escrito o LIVRO DOS ESPÍRITOS?

Em 1855, o professor H. L. D. Rivail (Alan Kardec) estava diante de um fato inexplicável, aparentemente contrário às leis da Natureza e que sua razão repelia. A ideia, porém, de uma mesa falante ainda não lhe entrara na mente. Decidiu então estudar, enquanto a população se divertia. Descobriu modos diferentes de comunicação com os espíritos, através da fala e da escrita (psicografia). Elaborou perguntas, questionou os espíritos em reuniões sérias e, através das jovens médiuns psicógrafas Julie Baudin e Caroline Baudin (15 e 18 anos),  juntou um material que serviria de base para o primeiro livro da doutrina espírita. A seleção dos médiuns moralizados e as perguntas que deveriam constar neste livro foram orientadas pelos espíritos intuídos desta missão, como o “Espírito de Verdade”, que indicaram a jovem médium sonâmbula, Srta Japhet (20 anos), para a revisão final. Em havendo ocasião de outros médiuns, questionava os espíritos sobre as questões mais espinhosas.

Foi assim que mais de dez médiuns prestaram concurso a esse trabalho. Da comparação e da fusão de todas as respostas, coordenadas, classificadas e muitas vezes retocadas no silêncio da meditação, foi que elaborei a primeira edição de O Livro dos Espíritos, entregue à publicidade em 18 de abril de 1857 (Allan Kardec, Obras Póstumas) com 501 questões.”

A segunda versão, com mais de mil perguntas e respostas, surgia em 1860, através da contribuição dos estudos e correspondências dos leitores da Revista Espírita.

Assinando com o pseudônimo de Allan Kardec, o pedagogo Rivail separava seu trabalho material das obras mediúnicas, atribuindo, assim, aos espíritos, a autoria das obras. OBS.: Os espíritos relatam que o nome “Allan Kardec” correspondia ao nome de Rivail, numa existência passada na civilização Druida.

REFERÊNCIAS:

  •         Obras Póstumas – 2ª parte
  •         Revista Espírita 1858 – Janeiro – O Livro dos Espíritos – apreciação diversas
  •         Revista Espírita 1858 – Janeiro – Diferentes modos de comunicação
  •         Revista Espírita 1860 – Março – O Livro dos Espíritos – aviso da 2ª edição
  •         Obs.: Site FEB: Idade das jovens médiuns

·         Obs.: Site Hospitais Espirituais do Nordeste – Texto mensal JE: O nascimento do espiritismo

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A inteligência e o caminho do bem

Como visto na codificação, Deus, todo amor, bondade e justiça, dá ao homem a inteligência para que possa se defender ou atenuar os efeitos dos flagelos naturais e sociais, e possa visualizar sempre o bem acima de tudo.

Mais uma vez, Deus, com infinito amor e bondade, não pode ser visto como causa do mal, pois assim seria a total negação de sua bondade. O mal, como fruto das imperfeições humanas, pode ser considerado um exercício da inteligência que foi deixada como uma herança para o progresso do homem.

As tentações mundanas fazem do mal caminho uma porta larga e atraente e do bom caminho uma porta estreita e de difícil acesso. Mas, com a inteligência que nos foi dada percebemos que a porta estreita é sempre uma possibilidade e é a melhor a se seguir.

E assim vemos na Gênese: “(…) mas o homem, tendo a causa do mal em SI MESMO, e tendo, ao mesmo tempo seu livre-arbítrio e, por guia, as leis divinas, evitá-lo-ia quando quisesse.”

Sendo assim, que possamos refletir e nos inspirar no amor e na bondade de Deus, utilizando da inteligência dada por Ele, para seguirmos sempre no caminho do bem.

Referências:

– A Gênese – Cap.III (O BEM E O MAL)

– ESE – Cap. XVIII (MUITOS SÃO OS CHAMADOS E POUCOS OS ESCOLHIDOS – A porta estreita)

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Deslocamento dos oceanos

O aquecimento global já é uma realidade na Terra.

As geleiras que controlam as temperaturas, na Terra, estão entrando em estado de colapso total. Os oceanos estão sobre pressão e todos os sistemas estão sob ameaça.

As ressacas nos mares serão mais violentas. Ondas tomarão litorais, definidamente, levando a prejuízos incalculáveis para os governantes. O grito de alerta da natureza dá seus avisos. Agora não se tem nada a fazer.

Se houver em algum país chuvas excessivas, os mares não irão suportar os volumes de águas que estão sendo acumuladas. Agora é esperar. Os países, com pouca evaporação oceânica, serão os mais afetados. A natureza pede socorro e os governantes fecham os olhos para todas essas verdades.

Mensagem de Dra. Hellen, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, na sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

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Amor de mãe

O amor de uma mãe pode ser traduzido em uma só palavra: doação. Isso porque o verbo doar significa dar sem exigir nada em troca ou em outra qualquer forma de retribuição. Toda pessoa que, efetivamente, se doa, renuncia a si mesma. Por esta razão, todo doador carrega consigo um sentimento, que é a mais completa forma de amor.

Quem ama se doando por completo coloca em primeiro plano o bem-estar, a segurança e a felicidade de seu próximo, não importando quanto sacrifício tal conduta lhe imponha, não importando que seja nos momentos de saúde ou de enfermidade, de alegria ou de tristeza. O que importa é que o outro, seu próximo, se sinta bem, efetivamente amado e feliz.

O amor de mãe, como fruto especial da criação Divina, contempla todos esses valores quando no exercício de seu compromisso materno. É impossível falar de mãe sem falar da pureza do amor que ela traz e carrega em seu coração, não levando em conta qual seja o momento ou a dificuldade pela qual passa seu ente querido ou nem como ele esteja.

Uma verdadeira mãe, como que inspirada em Maria Santíssima, Mãe de Jesus, que enfrentou todo o sofrimento de seu Filho querido, de forma equilibrada e em harmonia consigo mesma, é capaz de olhar, com lágrimas nos olhos, o presente e o futuro venturoso ou árduo de seu filho, sem apresentar qualquer esmorecimento. Talvez seja por isso que Deus dotou a mulher com uma capacidade de luta e de doação inigualável e insuperável.

No rosto de uma mulher, que assume íntima e inteiramente sua maternidade, como um compromisso divino, fica sempre estampada a presença iluminada da esperança com um brilho vivo de quem jamais irá desistir de seu sagrado compromisso assumido perante à vida.

Como criação Divina, a mãe é um Anjo de Luz escolhido especialmente por Deus para tomar conta, não só de seus filhos queridos, mas de todos os que compõem sua família, em suas variadas necessidades materiais, afetivas e espirituais. É ao mesmo tempo, além de mãe, conselheira, amiga, enfermeira, esposa, serviçal, amada e, às vezes, até odiada, porque é uma disciplinadora sempre exigente.

Na condição de disciplinadora, paciente, carinhosa, exigente com doçura, está sempre pronta a ensinar os primeiros passos e as primeiras palavras sem nunca esquecer de ensinar a seus queridos filhos o caminho de Deus através dos bons conselhos e da oração. Para as verdadeiras mães não importa que seus filhos tenham vindo através de seu ventre ou que tenham vindo pela misericórdia divina da adoção. Todos são seus filhos do coração.

Finalmente, é essa mulher que revestida de amor, de ternura e do compromisso, como um Anjo Guardião Divino, guarda, protege, acompanha e orienta sempre seus filhos para o caminho do bem. E, ao longo do tempo, quase todas essas mulheres chegam a perder seu nome próprio, para que seja identificada e chamada por seus filhos, de forma simples e carinhosa, de apenas: MAMÃE.

Redação e adaptação de texto: Naelson Coutinho da Silva

 

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Coração de Flores

Se os espinhos preencherem o teu coração de flores, não deixe de fazer o Bem.

Se as chuvas não caírem sobre o teu coração de flores, não deixe morrer a tua esperança de dias brilharem.

Se a terra do teu jardim de flores a tempestade matou, não perca a esperança nos teus amigos e parentes que podem te ajudar.

Coração não vê dificuldades.

Coração sente amor infinitamente.

 

Mensagem de D. Maria Cláudia Martins, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, na sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

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JORNAL DE ESTUDOS PSICOLÓGICOS

‘’Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito.’’ ALLAN KARDEC

A REVISTA ESPÍRITA, publicada em primeiro de janeiro de 1858, é um periódico que foi lançado de janeiro de 1858 até abril de 1869, num total de 12 edições. Foi fundada e dirigida por Kardec até a data de seu desencarne (1869). Nela, está contida fatos e explicações das mais curiosas manifestações espíritas, tais como aparições, bicorporeidade, premonições, vidência, cura mediúnica, obsessão, manifestações físicas pelos Espíritos batedores, dentre outros. A Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas foi fundada, por conseguinte, em 1º de abril de 1858.

Seu início ocorreu em reunião mediúnica na residência do Sr. Dufaux, em novembro de 1857. A Sra. Ermance Dufaux foi a médium pela qual Allan Kardec consultou o Espírito a respeito da ideia que teve de publicar um jornal espírita. Logo, recebeu o apoio da Entidade que deu a ele todas as orientações.

Kardec falara que a Revista seria, assim, uma tribuna livre em que a discussão jamais se afastaria das normas da conveniência. ‘’Numa palavra: discutiremos, mas não disputaremos.’’

E ainda complementa: ‘’Nosso quadro, como se vê, compreende tudo quanto se liga ao conhecimento da parte metafísica do homem; estudá-la-emos em seu estado presente e no futuro, porquanto estudar a natureza dos Espíritos é estudar o homem, tendo em vista que ele deverá fazer parte, um dia, do mundo dos Espíritos. Eis por que acrescentamos, ao nosso título principal, o de Jornal de Estudos Psicológicos, a fim de fazer compreender toda a sua importância.’’

Assim, segundo o Codificador Allan Kardec, é impossível se ter uma noção completa do Espiritismo sem consultar a Revista Espírita.

Muita paz! – Jovens Espíritas em Atividades Espíritas.

 

‘’ Pergunta — Tenho a intenção de publicar um Jornal Espírita: Julgais que o conseguirei e me aconselhais a fazê-lo? A pessoa a quem me dirigi, Sr. Tiedeman, não parece resolvida a me prestar o seu concurso pecuniário.

Resposta — Consegui-lo-ás, com perseverança. A ideia é boa; preciso se faz, porém, deixá-la amadurecer mais. […] De começo, deves cuidar de satisfazer à curiosidade; reunir o sério ao agradável: o sério para atrair os homens de Ciência, o agradável para deleitar o vulgo. Esta parte é essencial, porém, a outra é mais importante, visto que sem ela o jornal careceria de fundamento sólido. Em suma, é preciso evitar a monotonia por meio da variedade, congregar a instrução sólida ao interesse que, para os trabalhos ulteriores, será poderoso auxiliar.’’

 

REFERÊNCIAS:

(Obras Póstumas, 33 Revista Espírita Ano I – 1858 – Introdução)

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ESPIRITISMO E MILAGRE

A palavra milagre, em sua concepção de origem histórica, significa admirável, algo extraordinário, surpreendente. Diante da visão espírita, o milagre pode ser algo que é cumprido fora das leis naturais, ou seja, sendo o espiritismo uma ciência, surge com o intuito de revelar e explicar os fenômenos contidos nestas leis. ⠀⠀
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Alguns fenômenos relacionados à saúde do ser humano não conseguem ser explicados pela ciência material como algumas patologias com diagnóstico incompleto. O espiritismo, por sua vez, oferece explicações sobre possíveis causas da enfermidade e procedimentos provindos da medicina espiritual que podem auxiliar na melhora do indivíduo. ⠀⠀ ⠀⠀ ⠀⠀ ⠀⠀
Ressaltando que a fé possui uma grandiosa importância durante todo o processo, inclusive serve como apoio emocional para nós, seres em busca do bem estar espiritual e material, sabermos lidar, de forma cautelosa, com a situação, uma vez que também existe a atuação da justiça divina e do merecimento do ser encarnado. “A fé sincera e verdadeira é sempre calma; Dá a paciência que sabe esperar, porque tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, está certa de chegar”. (ESE cap.XIX, item 3). ⠀⠀ ⠀⠀
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Referências:
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 19
A Gênese – Cap. 13

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Deus: Causa primeira de todas as coisas

O universo se formou a partir de uma substância primitiva denominada Matéria Cósmica. Sendo ela fluida, ocupa o espaço definido como a extensão que separa dois corpos, se aglomerando e formando o que se chama de matéria escura, em que a luz ainda não se faz presente.

A matéria cósmica é constituída pelas leis e forças que regem o universo e pelo princípio comum a todos os seres: o princípio vital. Com a associação desses princípios, se forma o universo, e logo a luz se faz presente nos mundos.

Mais à frente, com a aglomeração das partículas de poeira, formam-se os planetas. Com condições para que a vida orgânica se estabeleça, o globo terrestre, com o princípio vital presente, dá origem à matéria orgânica e surgem os primeiros seres. “Assim se efetua a criação universal. É, pois verdadeiro dizer que, sendo as operações da Natureza a expressão da vontade divina, Deus criou sempre, cria sem cessar e criará sempre.” (A Gênese – Cap. 6)

E assim, sendo Deus inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas (Livro dos Espíritos – Cap.1), atribui também, em parte da matéria orgânica, o princípio espiritual. Isso é o princípio inteligente: dar aos seres a capacidade de sobrevivência e de lidarem com os desafios diários, seja dentro ou fora da matéria.

Referências:
– A Gênese – Capítulo VI: Uranografia geral
– A Gênese – Capítulo X: A Gênese orgânica
– A Gênese – Capítulo XI: A Gênese espiritual
– Livro dos Espíritos – Capítulo I: Deus
– Psicografia: A Criação do universo e a Matéria escura (Dra. Helen)

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COMUNICADO DE SUSPENSÃO DE ATIVIDADES

Conforme instruções da Médica Espiritual e Disciplinadora, Dra. Cristina Santos, comunicamos que, no dia 12 de maio, não haverá qualquer tipo de atendimento nos Hospitais Espirituais do Nordeste, em virtude do Dia das Mães.

Se alguma programação da Médica Espiritual for alterada, em algum Hospital Espiritual, será devidamente reprogramada e comunicada.

Direção do Núcleo Central de Orientação de Medicina Espiritual do Nordeste.

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A reencarnação como meio de evolução espiritual

A reencarnação é uma lei natural que favorece a evolução do ser. É a volta à vida do espírito em um novo corpo físico. Dessa forma, em cada existência corpórea, o espírito recebe a oportunidade de reparar erros cometidos em outras existências através da expiação e aprimorar conhecimentos com a finalidade do melhoramento progressivo. Cada reencarnação é decidida por um planejamento da justiça divina e do próprio indivíduo, permitindo-o renascer no meio familiar e social necessários para o auto aprimoramento e auxílio dos demais. Logo, é a maior prova do amor e da misericórdia de Deus.

Nesse contexto, Jesus nos disse que: “Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo”. Dessa maneira, a cada nova existência , quando há abnegação e renúncia, o espírito dá um passo para o progresso, a fim de que se despoje de todas as impurezas espirituais. Diante disso, temos o maior mandamento deixado por Deus: ‘amarás teu próximo como a ti mesmo e a Deus sobre todas as coisas’’. Desse modo, a fé, o amor e a caridade são os maiores ensinamentos que podemos seguir para a caminhada rumo à evolução espiritual. Ainda assim, quando estiverem em dúvida de qual caminho seguir, lembrem-se das palavras do Cristo: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida”. Ninguém vai ao Pai a não ser por mim. ’’

Portanto, é necessário orar e vigiar. O caminho nem sempre é fácil, mas devemos seguir com a certeza de que nosso Pai Celestial olha por cada um de nós, nos dando a força necessária para superarmos todos os desafios que a vida na Terra nos impõe. Somos aprendizes do Cristo e precisamos evoluir com o fito de nos aproximar cada vez mais do nosso mestre, guia e modelo: Jesus.

Muita paz para todos!
Jovens Espíritas em Atividades Espíritas.

Referências:
O Evangelho Segundo o Espiritismo > Capítulo IV – Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo.
Livro dos espíritos: Capítulo II – Da encarnação dos Espíritos.

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O AMOR NÃO PODE SER VIRTUAL

As tecnologias são o avanço das comunicações de todos nós. O amor é a semente de luz para a humanidade.

O mundo virtual é a viagem de todos os novos horizontes de luz. Mas o amor é a virtude dos que têm a coragem de renunciar.

Se o amor fosse virtual, seria apenas em programação passageira, uma postagem rápida, um gmail sem palavras.

É por isso que o amor é a luz interagindo sem programação de amar, mas com o dever de sempre de servir, amar e compreender.

 

Mensagem do Dr. Ludymylly, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, sexta-feira, 22 de novembro de 2018.

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COMUNICADO DE SUSPENSÃO DE ATIVIDADES

Conforme instruções da Médica Espiritual e Disciplinadora, Dra. Cristina Santos, comunicamos que, nos dias 19, 20 e 21 de abril, não haverá qualquer tipo de atendimento nos Hospitais Espirituais do Nordeste, em virtude da Semana Santa.

Se alguma programação da Médica Espiritual, Dra. Cristina Santos, for alterada, em algum Hospital Espiritual, será devidamente reprogramada e comunicada.

Direção do Núcleo Central de Orientação de Medicina Espiritual do Nordeste

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Induzir é coparticipar com a queda do próximo

O homem é responsável pelo seu atraso. Tem a consciência livre para atuar. Tem a responsabilidade sobre aqueles que são mais fracos. Pode conduzir à luz ou às trevas.

Cair nos erros e incentivar o seu irmão à queda é crime pela Justiça Divina.

A palavra é a força da alma que salva e que mata multidões. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” Induziu ao Bem e morreu pelo bem de todos.

 

Mensagem da Dra. Cristina Santos, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, na sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

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Dia Mundial do Autismo

A Organização das Nações Unidas, em 18 de dezembro de 2007, decretou que todo o dia dois de abril seria o Dia Mundial do Autismo.

Em 2008, houve a primeira comemoração da data pela ONU. Desde então, entidades e governos de diversos países, em todo o mundo, têm pedido mais atenção ao transtorno do espectro autista (atual nome do autismo).

Os estadunidenses iniciaram o movimento “Light It Up Blue”; (Iluminar de Azul), cujo objetivo é criar uma maior sensibilização e consciencialização para a inclusão de pessoas autistas na sociedade. O azul foi definido como a cor
símbolo do autismo porque a síndrome é mais comum nos meninos — na proporção de quatro meninos para cada menina (autismo clássico) e de dez meninos para cada menina (autismo de alta funcionalidade).

A ideia por trás do movimento é iluminar pontos importantes e turísticos do planeta, na cor azul, para chamar a atenção da sociedade, poder falar sobre autismo e levantar a discussão a respeito dessa síndrome.

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MUDANÇA DE SEXO E SISTEMA ENDÓCRINO

Dentro do sistema perispiritual, o perispírito controla conforme a reencarnação. Se o corpo é feminino, todo sistema endócrino corresponde ao corpo feminino. Se o corpo é masculino, o sistema endócrino corresponde ao corpo masculino.

A hipófise feminina controla todos os hormônios. É considerada a glândula mestra.

A hipófise masculina tem a função de conduzir os hormônios masculinos.

Nos homens, a produção de testosterona é um dos fatores predominantes para definir sua fertilidade. Essa produção está no seu DNA como fator de controle do seu corpo. O espírito pode atuar sobre si mesmo e rejeitar a prova que eles mesmos escolheram. Quando assim, ele é responsável pela anulação do seu sexo e não Deus.

Por essa razão, a introdução de progesterona, em homossexuais, traz diversos problemas no sistema endócrino, levando a hipófise a rejeitar a substância que ela não registrou no DNA. Por essa razão, vemos a introdução de progesterona em homens como o principal fator de depressão, nódulos cancerígenos, tumores musculares e câncer de intestino.

O organismo humano masculino foi adaptado para produzir o hormônio testosterona. Mudar o sexo e não mudar o plexo genésico, que é masculino, e se mutilar perispiritualmente e fisicamente com a retirada da pélvis para formação do órgão feminino é contrariar a cadeia de DNA.

Quando essa mutilação acontece no corpo, provoca lesão no perispírito por diversas reencarnações, levando o indivíduo a sentenças deploráveis.

O corpo humano é uma dádiva de Deus. Mudá-lo é compromisso consigo mesmo.

A introdução de testosterona no corpo feminino traz consequências irreparáveis por diversão existencial.

Na cadeia da natureza, a mulher veio para ser mãe. Mutilação da mama e crescimento de pelos, tomando aparência masculina, pode enganar você, mas você nunca vai converter sua cadeia de DNA.

As glândulas mamárias que são removidas trazem sérios problemas para as funções vitais e os ovários. Todos estão sob o comando da hipófise. Satisfazer você não é modificar o seu DNA feminino.

 

Mensagem da Dra. Cristina Santos, psicografada pelo médium Wandir Barbosa, na sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

 

porEquipe de Informática

Vida futura

Sabemos que, ao longo de todo o Seu Evangelho, Jesus faz da humildade, do amor e da caridade, práticas essenciais da vida de todo cristão, portanto, quando Ele diz a Pilatos “Meu reino não é deste mundo”, deixa claro a existência de uma vida futura, e ressalta o Evangelho.

Entendendo que a compreensão da vida futura é uma das bases centrais do cristianismo, vemos que, nela, encontra-se fundamentada a importância da reforma moral e a necessidade da evolução espiritual, sendo esta através da prática das lições e passagens divinas.

  É nesse contexto de evolução e prática moral que entra a responsabilidade do espiritismo em promover o esclarecimento de todos através de religião, filosofia e ciência, tendo a prova concreta da existência da vida eterna por meio de experiências feitas e testemunhadas por todos, mostrando que, na vida futura, somos todos frutos de nossas atitudes e filhos do mesmo Pai, estando assim mais próximo Dele, quem esteja determinado a viver suas lições e ensinamentos.

 

Jovens Espíritas em Atividades Espíritas